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	<title>RPPN Catarinenese &#187; cmm</title>
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	<description>Associação dos Proprietários de Reservas Particulares do Patrimônio Natural de Santa Catarina</description>
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		<title>5 de Junho — Dia Mundial do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2015 15:01:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido na conhecida Conferência de Estocolmo e passou a ser comemorado todo dia 05 de junho. Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span class="definicao">O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido na conhecida Conferência de Estocolmo e passou a ser comemorado todo dia 05 de junho.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span id="more-731"></span></p>
<div id="attachment_706" style="width: 324px" class="wp-caption alignright"><a href="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/benedito-3.jpg"><img class=" wp-image-706" src="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/benedito-3.jpg" alt="Foto Ciro Couto" width="314" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Ciro Couto</p></div>
<p align="JUSTIFY">Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o<strong> Dia Mundial do Meio Ambiente,</strong> que passou a ser comemorado todo <strong>dia 05 de junho</strong>. Essa data, que foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência, tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos <a href="http://www.brasilescola.com/geografia/os-recursos-naturais.htm">recursos naturais</a>, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.</p>
<p align="JUSTIFY">Nessa Conferência, que ficou conhecida como <a href="http://www.brasilescola.com/geografia/estocolmo-72.htm">Conferência de Estocolmo</a>, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta. Apesar do grande avanço que a Conferência representou, não podemos afirmar, no entanto, que todos os problemas foram resolvidos a partir daí.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Atualmente existe uma grande preocupação em torno do meio ambiente e dos impactos negativos da ação do homem sobre ele</strong>. A destruição constante de habitat e a poluição de grandes áreas, por exemplo, são alguns dos pontos que exercem maior influência na sobrevivência de diversas espécies.</p>
<p align="JUSTIFY">Tendo em vista o acentuado crescimento dos problemas ambientais, muitos pontos merecem ser revistos tanto pelos governantes quanto pela população para que os impactos sejam diminuídos. Se nada for feito, o consumo exagerado dos recursos e a perda constante de biodiversidade poderão alterar consideravelmente o modo como vivemos atualmente, comprometendo, inclusive, nossa sobrevivência.</p>
<p align="JUSTIFY">Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o descarte inadequado de lixo, a falta de coleta seletiva e de projetos de <a href="http://www.brasilescola.com/biologia/reciclagem.htm">reciclagem</a>, consumo exagerado de recursos naturais, desmatamento, inserção de espécies exóticas, uso de <a href="http://www.brasilescola.com/geografia/combustiveis-fosseis.htm">combustíveis fósseis</a>, desperdício de água e esgotamento do solo. Esses problemas e outros poderiam ser evitados se os <strong>governantes e a população se conscientizassem da importância do uso correto e moderado dos nossos recursos naturais.</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Em razão da importância da conscientização e da dimensão do impacto gerado pelo homem, o <strong>Dia Mundial do Meio Ambiente</strong> é uma data que merece bastante destaque no calendário mundial. Entretanto, não basta apenas plantar uma árvore ou separar o lixo nesse dia, é necessário que sejam feitas campanhas de grande impacto que mostrem a necessidade de mudanças imediatas nos nossos hábitos de vida diários.</p>
<p align="JUSTIFY">Apesar de muitos acreditarem que a mudança deve acontecer em escala mundial e que apenas uma pessoa não consegue mudar o mundo,<strong> é fundamental que cada um faça a sua parte</strong> e que toda a sociedade reivindique o cumprimento das leis ambientais. Todos devemos assumir uma postura de responsabilidade ambiental, pois só assim conseguiremos mudar o quadro atual.</p>
<p>“<em>A proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro, um desejo urgente dos povos de todo o mundo e um dever de todos os governos.”</em></p>
<p>(<strong>Declaração de Estocolmo sobre o ambiente humano &#8211; 1972</strong>)</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.brasilescola.com">http://www.brasilescola.com</a></p>
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		<title>A ilha das águias gigantes</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2015 18:56:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No último capítulo da trilogia O Senhor dos Anéis, o resgate de Frodo Baggins e Samwise Gamgee, realizado por águias gigantescas, não é somente uma idéia gerada pela imaginação contida nas lendas ou nos contos de fadas; essas portentosas aves habitaram realmente a Nova Zelândia. Hoje extintas, a sua existência foi documentada e explicada recentemente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No último capítulo da trilogia O Senhor dos Anéis, o resgate de Frodo Baggins e Samwise Gamgee, realizado por águias gigantescas, não é somente uma idéia gerada pela imaginação contida nas lendas ou nos contos de fadas; essas portentosas aves habitaram realmente a Nova Zelândia.<br />
<span id="more-727"></span><br />
<a href="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/06/580.jpg"><br />
</a></p>
<p>Hoje extintas, a sua existência foi documentada e explicada recentemente a partir da análise de um antigo DNA dessas águias, encontrado por Michael Bunce, antropólogo da Universidade McMaster do Canadá.</p>
<p>O estudo, publicado pela PloS Biology da própria McMaster descreve minuciosamente a enorme Águia de Haast (Harpagornis moorei) que pesava entre 10 e 15 kg, portanto 40% mais pesada que a maior ave de presa existente hoje em dia: a Harpia ou Águia Real, com 4,5 kg de peso, 2 metros de envergadura e 90 centímetros de altura, 11 a mais que a Águia Careca Americana e bem maior que as espécies encontradas na África e na Europa; espécie que se encontra entre as aves em extinção, sendo rara sua presença no México, na Bolívia e na Argentina.</p>
<p>No Brasil a Harpia Amazônica resiste bravamente, sendo a Floresta Amazônica, principalmente os estados do Amapá e Roraima, na fronteira com a Guiana Francesa e a Venezuela, praticamente seu último hábitat. As águias são aves falconiformes da família dos acipitrídeos, dotadas de bico e garras de considerável robustez, predominantemente predadoras, especialmente aquelas de grande porte.</p>
<p><img class=" size-full wp-image-728 aligncenter" src="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/06/580.jpg" alt="580" width="349" height="280" /></p>
<p>Michael Bunce extraiu o DNA de ossos fósseis que datam uns 2.000 anos. O antropólogo canadense, ao comentar sua descoberta, disse: “Quando começamos o projeto, nosso objetivo era provar que havia uma relação entre a extinta Águia de Haast e a enorme Águia Australiana de Rabo Cuneiforme (Australian Wedge-tailed Eagle). Mas os resultados dos testes de DNA foram tão radicais que, num primeiro momento, duvidamos de sua autenticidade”. Tais resultados mostraram que a gigante da Nova Zelândia estava mesmo relacionada geneticamente a uma das menores águias do mundo – a Pequena Águia da Austrália e Nova Guiné, que pesa menos de 900 gramas.</p>
<p>Os testes de DNA do fóssil desta espécie (por comparação com o DNA de 16 espécies de águias atualmente existentes) permitiram provar que, numa surpreendentemente rápida evolução, esta espécie está estreitamente relacionada com uma outra atual, com um décimo da sua massa corporal (e que é, simultaneamente, uma das espécies analisadas de menor tamanho). Este fato ilustra a potencial rapidez e plasticidade morfológica de alteração de tamanho no mundo dos vertebrados, especialmente em ecossistemas cujo hábitat se situa em ilhas ou arquipélagos.</p>
<p>“Mais surpreendente ainda foi a descoberta da estreita relação genética que havia entre as duas espécies. Estimamos que o ancestral de ambas tenha vivido há menos de um milhão de anos. Isso significa que uma águia deve ter chegado à Nova Zelândia e que seu peso deve ter aumentado de 10 a 15 vezes nesse período, o que é muito rápido em termos de evolução. Tal aumento de tamanho é inédito em aves e animais”, acrescentou Bunce.</p>
<p>Antes de ser povoada pelos seres humanos há 700 anos, a ilha de Aoteroa, cujo nome original em língua Maori significa “País das Grandes Nuvens Brancas”, atual Nova Zelândia, fora três espécies dos morcegos, o arquipélago era habitado por cerca de 250 espécies de aves e não acolhia nenhum mamífero terrestre. Devido ao seu relativo isolamento, a Nova Zelândia desenvolveu um ecossistema único.</p>
<p>No topo da cadeia alimentar se encontrava a Águia de Haast, único falconiforme a dominar, como grande predador, esse ecossistema majoritariamente insular.</p>
<p>Os cientistas acreditam que esta águia se extinguiu aproximadamente dois séculos após o povoamento da Ilha. As águias caçavam as moas gigantes (Dinornis giganteus) e kiwis (Apteryx australis), uma ave encontrada comumente na Oceania. A Nova Zelândia é também a residência do tuatara, uma espécie antiga de réptil, e do weta um inseto que pode atingir mais de 8 cm de comprimento.</p>
<p>O Moa Gigante era uma ave gigantesca – uma das maiores que já existiram – que viveu na Ilha já na mais recente etapa do Holoceno, até desaparecer há 700 anos.</p>
<p>Sua extinção coincide com a chegada do Homem à Ilha; provas fósseis que consistem em ossos quebrados por ferramentas humanas, carbonizados e com marcas de dentes humanos, demonstram serem os homens os responsáveis pela extinção de magnífica ave, a qual já não possuía mais alguns ossos das asas e nem junções das asas com o corpo. Os Moas se alimentavam de folhas, viviam em pares ou em pequenos grupos familiares e não tinham predadores naturais, isto é, até a chegada do Homem. Existiam 11 espécies diferentes de Moas, a maior delas era o Dinornis maximus, que podia chegar a quase 4 metros de altura e pesar 400 kg.</p>
<p>Muitos dos nichos ecológicos que normalmente teriam sido ocupados por mamíferos, eram preenchidos por aves, incluindo o Kiwi (incapaz de voar) e o Moa. A Nova Zelândia é também a residência do Tuatara, uma espécie antiga de réptil e do Weta, inseto nativo que pode atingir mais de 8 cm de comprimento, muito parecido com um grilo.</p>
<p>Apesar de sua aparência, os Tuataras não são lagartos. Eles são os únicos membros sobreviventes da ordem Rhynchocephalia. Fósseis de Rhyncholephalianos mostram répteis de pequeno e médio porte que eram muito comuns no mundo há cerca de 225/120 milhões de anos, muito antes de o primeiro dinossauro aparecer na Terra. Com o tempo, esses animais foram desaparecendo e há cerca de 60 milhões de anos eles ficaram praticamente extintos, exceto por uma pequena população que vive na Nova Zelândia.</p>
<p>Os primeiros exploradores europeus a chegar à Nova Zelândia foram o holandês Abel Tasman, em 1642, e o inglês James Cook, em 1769, cujas pesquisas conduziram a uma colonização total européia a partir de 1790.</p>
<p>A Nova Zelândia é um arquipélago composto por duas ilhas principais e numerosas pequenas ilhas, algumas das quais bastante longínquas. A Ilha Sul é a maior massa de terra e está dividida ao longo do seu comprimento pelos Alpes do Sul, cujo maior pico é o Monte Cook com 3.754 m. Na Ilha Sul há dezoito picos com mais de três mil metros de altitude. A Ilha Norte é menos montanhosa do que a Sul, mas está marcada por um intenso vulcanismo. Na Ilha Norte, a montanha mais alta, Ruapehu (2.797 m) é um cone vulcânico ativo. A área total da Nova Zelândia, 270.500 km² é um pouco maior que a do Estado de São Paulo ou que as Ilhas Britânicas.</p>
<p>Muito afastada das terras mais próximas, a Nova Zelândia é, entre as massas de terra de dimensões consideráveis do Planeta aquela que está mais isolada. Os seus vizinhos mais próximos são a Austrália, para Noroeste, e a Nova Caledônia, Fiji e Tonga, para Norte.</p>
<p>Weta, o nome da empresa que realizou O Senhor dos Anéis, foi uma homenagem ao inseto nativo. “O Weta, que está por aqui desde a época dos dinossauros, é capaz de sobreviver mesmo em situações extremas, como o congelamento. Por essa capacidade de sobrevivência, foi escolhido como símbolo e nome da empresa de efeitos especiais como uma forma de trazer boa sorte: É o gafanhoto mais feio que existe no Planeta, enquanto é o mais belo inseto. É a melhor criaturinha para nos inspirarmos”, disse Richard Taylor, o premiado maquiador e figurinista de O Senhor dos Anéis.<br />
René Capriles &#8211; Editor da ECO 21 Revista Eco 21, ano XV, Nº 101 abril/2005.</p>
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		<title>Morre em Blumenau a ambientalista Lúcia Sevegnani</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 16:58:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Morreu na terça-feira à noite a ambientalista, pesquisadora, ex-presidente daAssociação Catarinense de Preservação da Natureza (Acaprena) e ex-professora da Furb, Lúcia Sevegnani. Aos 56 anos ela lutava contra uma leucemia há dois anos e não resistiu à doença. Ela estava internada no Hospital Santa Catarina quando faleceu às 19h40min. O velório começou na manhã desta [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Morreu na terça-feira à noite a ambientalista, pesquisadora, ex-presidente da<strong>Associação Catarinense de Preservação da Natureza</strong> (Acaprena) e ex-professora da Furb, <strong>Lúcia Sevegnani.</strong> Aos 56 anos ela lutava contra uma leucemia há dois anos e não resistiu à doença. Ela estava internada no Hospital Santa Catarina quando faleceu às 19h40min.</p>
<p>O velório começou na manhã desta quarta-feira, às 8h30min, e o sepultamento será às 16h, no Cemitério Jardim da Saudade (Rodovia BR-470, Km 50, 5.800, no bairro Fortaleza, em <a class="link-corpo" href="http://www.santa.com.br/" target="_blank">Blumenau</a>).<br />
<span id="more-476"></span><br />
Lúcia era <strong>doutora em Ecologia pela Universidade de São Paulo</strong> (USP), mestre em Botânica pela Universidade Federal de Rio Grande do Sul (UFRS) e graduada em Ciências Biológicas pela Fundação Universidade Regional de <a class="link-corpo" href="http://www.santa.com.br/" target="_blank">Blumenau </a>(Furb). Natural da localidade de Mosquitinho, em Agronômica, ela se mudou para Blumenau após completar o Ensino Médio na cidade do Alto Vale.</p>
<p>Amiga pessoal do ambientalista e colunista do <a class="link-corpo" href="http://www.santa.com.br/" target="_blank">Santa</a>, Lauro Bacca, desde 1978 os dois escreveram juntos a história da Ecologia e do Meio Ambiente em Blumenau. Lúcia foi aluna de Bacca, o ajudou na administração do <strong>Museu Fritz Muller</strong> e assumiu a direção do local em 1983. Ela também foi secretária do Meio Ambiente de Gaspar e em 2006 assumiu pró-reitora de Extensão e Relações Comunitárias da Furb. A especialista também viajava o Brasil <strong>como avaliadora do MEC nos cursos de Biologia</strong>.</p>
<p>Bacca conta que nada impedia Lúcia de cumprir o seu papel como ambientalista. Ela saia a campo e percorria grandes percursos, uma vez andou 40 quilômetros em três dias durante uma visita técnica no bairro Garcia.</p>
<p>— Ela foi um guerreira. A paixão dela sempre foi além da profissão, ela nunca se limitou à sala de aula, talvez por isso nos identificávamos tanto. Lúcia sempre teve uma forte vertente comunitária e como poucos se dedicou à cidadania. Era muito preocupada com a qualidade de vida da comunidade. O meio ambiente não fazia parte apenas da profissão dela — conta.</p>
<p><strong>Últimas publicações</strong></p>
<p>Uma das últimas obras da ambientalista foi <strong>Biodiversidade Catarinense: Características, Potencialidades, Ameaças</strong>, organizada por ela em parceria com o pesquisador Edson Schroeder. O livro publicado em 2013 foi desenvolvido para colaborar na educação científica de jovens visando criar valores conservacionistas e habilidades e competências para lidar com o meio ambiente.</p>
<p>O título contou com a colaboração do doutor Rudi Ricardo Laps da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) e do doutor Paul Comtois da Université de Montréal, no Canadá. O colega e admirador do trabalho de Lúcia, <strong>Rudi Laps</strong><strong>lamentou o falecimento</strong> da ambientalista. Eles eram amigos de longa data e já fizeram diversas saídas de campo com seus alunos:</p>
<p>— Lúcia deixou o seu nome por ser uma das fundadoras da Acaprena, mas principalmente por deixar um legado científico e na comunidade. Ela era uma pessoa dedicada à educação em todas as esferas. O livro foi feito em parceria, mas com um grande incentivo dela — disse.</p>
<p>Outra grande contribuição da autora e que se tornou referência na área foi o<strong>Inventário Florístico Florestal de Santa Catarina</strong>, que teve a primeira edição publicada em 2002. A obra traz um levantamento florístico e fitossociológico das floresta mista e floresta estacional do Estado, com foco nas espécies ameaçadas de extinção.</p>
<p>A última contribuição de Lúcia para a biografia da Ecologia foi a participação dela no livro sobre plantas trepadeiras de Santa Catarina. Mesmo se tratando do câncer, ela contribuiu com dois capítulos para a edição.</p>
<p><strong>Homenagens</strong></p>
<p>Em seu perfil do Facebook, a professora recebeu diversas homenagens, mensagens de amigos, familiares, alunos e ex-alunos.</p>
<p>— Eu agradeço por teres reafirmado em mim o encantamento pela biodiversidade, por me fazer enxergar a vida em seus mínimos detalhes através do teu ensinamento — escreveu uma das alunas.</p>
<p>Outra estudante escreveu que <strong>Lúcia deixou vários ensinamentos</strong>, mas o principal foi lutar por estratégias políticas para defender e beneficiar o meio ambiente os recursos naturais.</p>
<p>Fonte:<a href="http://jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/noticia/2015/04/morre-em-blumenau-a-ambientalista-lucia-sevegnani-4750042.html" target="_blank"> Jornal de Santa Catarina</a></p>
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		<title>Conservar o solo para preservar a água e reduzir a fome</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 19:11:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Luana Rangel &#8211; no site O Eco A ONU declarou 2015 o Ano Internacional do Solo. O objetivo é reduzir o número de pessoas que ainda passam fome no mundo, visto que o aumento da erosão de solos reduz as terras férteis e, logo, a produção de alimentos. O elemento comum na degradação do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="itemTitle"><span class="itemDateCreated">Por Luana Rangel &#8211; no site <a href="http://www.oeco.org.br/convidados/29070-conservar-o-solo-para-preservar-a-agua-e-reduzir-a-fome" target="_blank">O Eco</a></span></p>
<div id="attachment_270" style="width: 821px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/15042015-erosao-solo.jpg"><img class="size-full wp-image-270" src="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/15042015-erosao-solo.jpg" alt="Erosão de solo em Santo Antônio de Pádua, município no noroeste do estado do Rio de Janeiro, 2008." width="811" height="541" /></a><p class="wp-caption-text">Erosão de solo em Santo Antônio de Pádua, município no noroeste do estado do Rio de Janeiro, 2008.</p></div>
<p>A ONU declarou 2015 o Ano Internacional do Solo. O objetivo é reduzir o número de pessoas que ainda passam fome no mundo, visto que o aumento da erosão de solos reduz as terras férteis e, logo, a produção de alimentos. O elemento comum na degradação do solo é o aumento do seu uso para produção de alimentos ou urbanização.</p>
<p>O solo é um recurso essencial para a humanidade, porém visto como um recurso renovável, cuja degradação pode ser revertida rápido. Ao contrário, a formação dos solos é um processo lento,em escala de tempo geológica,durante a qual se formam os minerais e as rochas se desagregam.</p>
<p>O solo depende de fatores como clima e organismos &#8212; a microflora e microfauna, vegetais, animais e o homem. Também é função do tipo de rocha que o originou e o relevo em que se encontra.</p>
<p><span id="more-267"></span></p>
<p>De acordo com os fatores de formação, o solo pode apresentar maior concentração de elementos orgânicos, de argila, de ferro, entre outros, o que caracterizará o tipo de atividade para o qual é propício. Por exemplo, para a construção de edificações o solo deve ser coeso, sem grande concentração de areia, um material que se esfarela. Já para a atividade agrícola, deve conter matéria orgânica e elementos essenciais para o crescimento das plantas.</p>
<p>Para a agricultura, sua fertilidade depende da presença de nutrientes específicos, tais como cloro, boro, zinco, manganês, níquel, cobalto, molibdênio, ferro, cobre, nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, enxofre e magnésio.</p>
<div id="attachment_269" style="width: 821px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/15042015-erosao-agricola.jpg"><img class="size-full wp-image-269" src="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/15042015-erosao-agricola.jpg" alt="Erosão em área agrícola na Estrada Capelinha, município de Itaperuna, Rio de Janeiro, 2008." width="811" height="541" /></a><p class="wp-caption-text">Erosão em área agrícola na Estrada Capelinha, município de Itaperuna, Rio de Janeiro, 2008.</p></div>
<p>A FAO destaca que 33% dos solos mundiais estão degradados.</p>
<p>A atividade agrícola sem cuidados em áreas íngremespode prejudicar o solo, assim como a mecanização inadequadapode compactá-lo. O arado e a passagem de máquinas produzem erosão pela concentração de água da chuva em pequenos sulcos. O processoerosivofavorece a perda de nutrientes para o desenvolvimento das plantas, e pode provocar o empobrecimentoe a acidificação do solo, principalmente quando ocorrem queimadas. A utilização exagerada de fertilizantese plantio constante do mesmo tipo de cultura – que retira da terra sempre os mesmos nutrientes – exaurem o solo.O resultado pode ser a queda da sua produtividade para o cultivo.</p>
<p>Os processos de salinização e de encharcamen to do solo são responsáveis por aproximadamente 15% de perda de terras produtivas no mundo (FAO, 2015).</p>
<div id="attachment_271" style="width: 821px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/16082012-erosao-queimada.jpg"><img class="size-full wp-image-271" src="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/16082012-erosao-queimada.jpg" alt="Prática de queimada em área agrícola para “limpar” os restos da produção anterior, no município de Paraty, Rio de Janeiro, 2012." width="811" height="541" /></a><p class="wp-caption-text">Prática de queimada em área agrícola para “limpar” os restos da produção anterior, no município de Paraty, Rio de Janeiro, 2012.</p></div>
<p>O manejo hídrico mal realizado degrada terras agricultáveis, pois a drenagem inadequada encharca o solo por provocar a subida do lençol freático, ou salinizá-lo, o que ocorre quando a drenagem ineficiente produz acumulação de sais na superfície e matam as plantas. Este processo é recorrente em climas áridos ou semiáridos, onde a precipitação é escassa e os sais não são lavados do solo, como em áreas do semiárido brasileiro.</p>
<p>A ONU estima que a atual taxa de desertificação sejapróxima de 21 milhões de hectares por ano, área semelhante a do estado do Paraná. Mudanças no clima são o principal fator por trás deste processo, que pode ocorrer tanto por causas naturais, quanto pela intervenção humana. Entre as últimas, intensificam a desertificação a emissão de poluentes, desmatamento e asobre utilização dos recursos hídricos.</p>
<p>Se não adotarmos práticas de conservação perderemos a base para a produção de alimentos. As florestas não se desenvolverão e, logo, faltará água. Por isto, devemos usar 2015, ano Internacional do Solo, para dar o alerta: sem cuidados vamos esgotar uma das bases para a sobrevivência humana.</p>
<div id="attachment_268" style="width: 821px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/02012007-erosao-acelerada.jpg"><img class="size-full wp-image-268" src="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/02012007-erosao-acelerada.jpg" alt="Erosão acelerada em área de pastagem na bacia hidrográfica do rio São Pedro, município de Macaé, estado do Rio de Janeiro. Foto: HugoAlves S. Loureiro, 2012." width="811" height="608" /></a><p class="wp-caption-text">Erosão acelerada em área de pastagem na bacia hidrográfica do rio São Pedro, município de Macaé, estado do Rio de Janeiro. Foto: HugoAlves S. Loureiro, 2012.</p></div>
<p><em>*Luana Rangel é geógrafa e doutoranda em Geografia na UFRJ, com ênfase na área de planejamento e gestão ambiental e degradação dos solos.</em></p>
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		<title>TripAdvisor vai destacar hotéis com boas práticas ambientais</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 18:04:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após uma pesquisa ampla entre os seus usuários e dos critérios dos sistemas de certificação disponíveis no mercado, o site TripAdvisor vai apoiar o turismo sustentável. A iniciativa foi apresentada no III Encontro do Global Partnership for Sustainable Tourism em Bonn, Alemanha e pode ter um grande impacto no mercado Está em “soft opening” o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma pesquisa ampla entre os seus usuários e dos critérios dos sistemas de certificação disponíveis no mercado, o site <strong>TripAdvisor</strong> vai apoiar o turismo sustentável. A iniciativa foi apresentada no <em>III Encontro do Global Partnership for Sustainable Tourism </em>em Bonn, Alemanha e pode ter um grande impacto no mercado</p>
<p><span id="more-264"></span></p>
<p>Está em “soft opening” o <strong>GreenLeaders Program</strong>. Através deste programa as acomodações podem detalhar suas praticas ambientais e os usuários podem comentar sobre a realidade destas praticas. Neste sentido é um sistema de autocertificação, que é verificado pelos proprios hospedes. Mas caso existe divergência entre o que o hotel diz que faz e o hospede vê na pratica, o TripAdvisor vai mandar um auditor independente.</p>
<p>Por enquanto o foco está em critérios ambientais e só está acessível para as acomodações do mercado americano. Neste sentido o TripAdvisor se baseia em referencias como Green Star, Water Sense, Waste Wise, USDA Organic e LEED. Os sistemas de certificação especificos para o turismo reconhecidos são <strong>Green Key, Green Seal, EarthCheck, Green Globe e Travelife.<br />
</strong><br />
TripAdvisor é o mais influente site de turismo com mais que 200 milhões de visitantes por mes e mais que 100 milhões de opinões sobre hoteis, destinos e tours. Na sua ultima pesquisa (2012) sobre “turismo verde”, o Tripadvisor registrou que 71% (subindo de 65% em 2011) dos seus usuarios pretende levar em conta criterios ambientais nas escolhas de destino, acomodaçoes e comida. Logicamente as intenções não sempre se traduzem em ações e as ações ambientais ainda são modestas.</p>
<p>Mas investindo em maior transparencia do lado dos hoteis e permitindo os turistas verificar e opinar sobre as açoes ambientais o <strong>TripAdvisor</strong> adiciona a poderosa voz do mercado para avançar a agenda de sustentabilidade. E esperado que após o periodo de teste no mercado americano a iniciativa se expande para outros paises (inclusive o Brasil) e também começa incluir criterios socio-culturais.</p>
<p>Veja mais sobre o: <em><strong><a href="http://green.tripadvisor.com/" target="_blank">GreenLeaders</a></strong></em></p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.ecobrasil.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=579&amp;sid=16" target="_blank">Instituto Eco Brasil</a></p>
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		<title>Bacia do Rio Amazonas e suas Curiosidades</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 17:37:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O encontro de suas águas com as águas do oceano provoca a pororoca (uma grande onda que percorre o rio por várias horas), que pode ser vista do espaço e cujo barulho pode ser ouvido a grande distância. A teoria mais aceita pelos geólogos é de que o rio Amazonas formou-se a partir de um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O encontro de suas águas com as águas do oceano provoca a pororoca (uma grande onda que percorre o rio por várias horas), que pode ser vista do espaço e cujo barulho pode ser ouvido a grande distância.</strong></p>
<div class="textoConteudo">
<p>A teoria mais aceita pelos geólogos é de que o rio Amazonas formou-se a partir de um grande golfo, que originalmente se abria ao Oceano Pacífico. Com a separação do super continente Pangea há 130 Ma (particularmente, a quebra do Gondwana, o continente formado antes do Pangeia pela junção da Africa, América do Sul, Antártica, Arábia e Austrália) o deslocamento da placa americana para oeste gera a formação da cordilheira dos Andes há 65 Ma, esse golfo fechado a oeste, se abre para leste pela captura de drenagem vinda do Atlântico, tendo o grande rio assim se formado (ver teoria das placas tectônicas). Sua origem explica o fato de o rio Amazonas apresentar inclinação muito pequena.</p>
<p><span id="more-260"></span></p>
<p>Em todo seu trajeto inclina-se menos de cem metros; num trecho de 3 mil quilômetros em território brasileiro, a inclinação é de apenas 15 metros. Durante muito tempo, considerou-se a desembocadura do Amazonas na região de Belém. Hoje, o rio que banha a capital paraense (rio Pará) não é considerado como foz do Amazonas, fazendo parte da Bacia Hidrográfica do Tocantins. A foz do Amazonas está no lado ocidental da ilha de Marajó. Isso faz com que a cidade de Macapá seja considerada a única capital banhada pelo rio. O volume d&#8217;água despejado pelo rio é tão descomunal que a água do mar é doce por vários quilômetros além da desembocadura. O rio Amozonas descarrega no Oceano Atlântico 20% de toda a água doce que chega nos oceanos.</p>
<p><strong>A pororoca </strong><br />
O encontro de suas águas com as águas do oceano provoca a pororoca (uma grande onda que percorre o rio por várias horas), que pode ser vista do espaço e cujo barulho pode ser ouvido a grande distância. O fenômeno da Pororoca que ocorre na região Amazônica, principalmente na foz do seu grandioso e mais imponente rio, o Amazonas, é formado pela elevação súbita das águas junto à foz, provocada pelo encontro das marés ou de correntes contrárias, como se estas encontrassem um obstáculo que impedisse seu percurso natural. Quando ultrapassa esse obstáculo, as águas correm rio a dentro com uma velocidade de 10 a 15 milhas por hora, subindo uma altura de 3 a 6 metros.</p>
<p>No Estado do Amapá, ela ocorre na ilha do Bailique, na &#8220;Boca&#8221; do Araguari, no Canal do Inferno da Ilha de Maracá em diversas partes insulares e com maior intensidade nos meses de janeiro a maio. É sem dúvida, um dos atrativos turísticos mais expressivos, que embora temível, torna-se um espetáculo admirável por todos. Consta que Vicente Yáñez Pinzón e a sua tripulação presenciaram a Pororoca quando desceram a foz do Rio Amazonas e ficaram surpresos com a grandeza e a beleza ímpar do fenômeno. É sabido que em janeiro de 1500 ela quase destruiu as suas embarcações.</p>
<p>A pororoca prenuncia a enchente. Alguns minutos antes de chegar, há uma calmaria, um momento de silêncio. As aves se aquietam e até o vento parece parar de &#8220;soprar&#8221;. É ela que se aproxima. Os caboclos já sabem e rapidamente procuram um lugar seguro como enseadas ou mesmo os pontos mais profundos dos rios para aportar suas embarcações seguras de qualquer dano, pois a canoa que estiver na &#8220;baixa-mar&#8221;, onde ela bate furiosa e barulhenta, levando árvores das margens, abrindo furos, arranca, vira e leva consigo. Existem várias explicações da causa da Pororoca, porém a principal consiste na mudança das fases da lua, principalmente nos equinócios. com maior propensão da massa líquida dos oceanos, força que na Amazônia é percebida calculadamente a mais de mil quilômetros, e o barulho ensurdecedor ouve-se até com duas horas de antecedência à vinda da &#8220;cabeceira&#8221; da Pororoca. Quando ela passa formam ondas menores, os &#8220;banzeiros&#8221;, que violentamente morrem nas praias.<br />
<strong><br />
Terras caídas    </strong><br />
As águas do rio Amazonas provocam o desprendimento das terras das margens, levando-as para outros lugares. Esse fato é conhecido como o fenômeno das terras caídas. Este fenômeno é melhor observado na região amazônica especialmente no rio Madeira, devido a velocidade de sua correnteza, este proporciona o melhor local de estudo para este fenômeno.</p>
<p><strong>Atualidades</strong><br />
2006 foi o ano mais seco em 35 anos na bacia amazônica, segundo informações da NASA, que segue a sua evolução pelos satélites. Devido à falta de chuva, rios e lagos secaram ou estiveram próximos de secarem, e as perdas na agricultura foram de milhões de dólares. Muitos povos ficaram incomunicáveis (mais de 40.000 pessoas), devido ao fato de sua única via de comunicação serem os rios da bacia amazônica. Embora o Brasil tenha reduzido o corte de árvores na Amazônia, a maior reserva florestal do mundo perdeu cerca de 9.000 quilômetros quadrados em 2004.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><cite>Fonte: <a href="http://ambientes.ambientebrasil.com.br/amazonia/bacia_do_rio_amazonas/bacia_do_rio_amazonas_e_suas_curiosidades.html" target="_blank">Redação Ambiente Brasil</a></cite></p>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2015 22:39:25 +0000</pubDate>
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		<title>Passaro</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2015 18:46:56 +0000</pubDate>
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		<title>Equipe RPPN</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2015 18:38:52 +0000</pubDate>
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		<title>RPPN Catarinense participa da nova diretoria da CNRPPN</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2015 14:01:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente da RPPN Catarinense, Ciro Couto participou da Assembleia Geral Extraordinária da Confederação Nacional de RPPN &#8211; CNRPPN no Rio de Janeiro, no último dia 09 de dezembro de 2014, na sede do INEA no Rio de Janeiro/RJ. Diversos assuntos foram tratados e foi realizada a eleição da composição da Diretoria Colegiada. A RPPN Catarinense que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
<a href="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/Assembléia-confederação.jpg"><img class="alignleft wp-image-54 size-full" src="http://rppncatarinense.org.br/wp-content/uploads/2015/04/Assembléia-confederação.jpg" alt="Assembléia confederação" width="230" height="129" /></a></strong>O presidente da <strong>RPPN Catarinense,</strong> Ciro Couto participou da Assembleia Geral Extraordinária da <strong>Confederação Nacional de RPPN &#8211; CNRPPN</strong> no Rio de Janeiro, no último dia 09 de dezembro de 2014, na sede do INEA no Rio de Janeiro/RJ. Diversos assuntos foram tratados e foi realizada a eleição da composição da Diretoria Colegiada. A RPPN Catarinense que já participava da diretoria anterior e manteve sua participação na condição de Conselho Fiscal.</p>
<p style="text-align: left;">A nova composição de cargos ficou assim representada:</p>
<p style="text-align: left;">Presidente: Laércio Machado de Sousa</p>
<p style="text-align: left;">Vice-presidente: Flávio Ojidos</p>
<p style="text-align: left;">Diretor Técnico: Maria Cristina Weyland Vieira</p>
<p style="text-align: left;">Diretor Adm. Financeiro: Rodrigo Castro</p>
<p style="text-align: left;">Secretário Geral: Deise Moreira Paulo</p>
<p style="text-align: left;">2º. Secretário: Sebastião Alves Mello</p>
<p style="text-align: left;">Conselho Fiscal: Luiz Nelson Faria Cardoso; José Luiz Monsores e Ciro Carlos Mello Couto</p>
<p style="text-align: left;">Suplentes do Conselho Fiscal: Kelma Nunes, Sérgio Lima, Jeferson de Oliveira Rocha</p>
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